O Brasil conseguiu se
posicionar com destaque no mercado internacional de carne bovina, entre outros
fatores, devido ao intenso trabalho de prevenção e controle para a ausência da
febre aftosa no País, tornando-se o maior exportador mundial de Carne bovina. A
conclusão está no artigo “Situação da Febre Aftosa no Brasil”, da pesquisadora
do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e
Abastecimento do Estado de São Paulo, Rosana de Oliveira Pithan e Silva.
De acordo com a especialista,
existe uma preocupação do Estado com a segurança alimentar dos consumidores e
saúde animal. A doença afeta diretamente o comércio exterior de carne e
derivados, por isso tem sido foco de intensa campanha preventiva realizada no
Estado de São Paulo desde 1969. A pesquisadora ressaltou que, segundo
informações do Ministério de Agricultura e Abastecimento, apesar do grande
avanço, o Estado deve ser o último a ser reconhecido área livre da vacinação,
devido ao fato de ser uma área de trânsito de bovinos, o que faz necessário ter
um processo gradual de retirada com monitoramento dos outros estados.
O artigo completo pode ser
acessado neste link.
“O principal efeito da
ocorrência da doença é comercial, pois afeta enormemente o comércio interno e,
principalmente, as exportações, já que a ocorrência de foco de aftosa interfere
de imediato nas vendas externas do produto. O maior impacto, por consequência,
é financeiro, pois atinge a balança comercial do País e, com isso, reduz os
ganhos dos frigoríficos e produtores. Quando a doença atinge os animais, é
necessário sacrificá-los já a partir da detecção de apenas um animal infectado
na propriedade”, explicou a pesquisadora no artigo.
Por Paloma Minke
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
(11) 5067-0069
