Pesquisa de trabalho por autores

A busca resultou em 55 resultados. Exibindo de 1 a 10.
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1 - Artigo
.Data Publicação: 14/12/2017
.Título: RenovaBio: prós e contras
.Autor: Silene Maria de Freitas, Rejane Cecília Ramos
.Resumo:
Dentre as diversas contribuições apresentadas pelo Brasil para manter o aquecimento global em até 2º C está o compromisso, assumido no Acordo de Paris, de que as energias renováveis componham 45% da matriz energética brasileira em 20301. Em meio às várias estratégias para atingir tal fim, destacam-se: aumentar a produção de etanol de primeira geração (para cerca de 50 bilhões de litros), o etanol de segunda geração (E2G) para 2,5 bilhões de litros (a partir de 2023) e

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2 - Artigo
.Data Publicação: 22/11/2017
.Título: Milho: perspectiva da safra internacional, 2017/18
.Autor: Maximiliano Miura, Silene Maria de Freitas
.Resumo:
De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)1, a produção mundial de milho 2017/18 estará 3,4% menor que a safra anterior, situando-se em 1,039 bilhão de toneladas. Esse volume está abaixo do registrado para o consumo mundial, que foi de 1,065 bilhão de toneladas (Figura 1), o que pode contribuir para elevar os preços do cereal no mercado internacional, em 2018.Com base em informações do USDA, Ribeiro2 noticiou, na primeira dezena de setembro, que a colhe

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3 - Artigo
.Data Publicação: 19/05/2017
.Título: Contribuições do Setor Agropecuário para as Emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil, 2010-2014
.Autor: Silene Maria de Freitas, Rejane Cecília Ramos , Katia Nachiluk , Rosana de Oliveira Pithan e Silva, Priscilla Rocha Silva Fagundes, Maximiliano Miura, Carlos Roberto Ferreira Bueno
.Resumo:
RESUMO: Diante da preocupação mundial com os riscos à segurança alimentar, que o aquecimento global apresenta, este trabalho objetivou diagnosticar as emissões de GEE advindas do setor agropecuário em todas as regiões brasileiras visando subsidiar os Planos Estaduais de Mitigação dos Gases de Efeito Estufa (GEE) quanto à alocação de recursos financeiros voltados à adoção de tecnologias com baixa emissão de carbono na agricultura. Foi utilizado o Sistema de Estimativa de Emissão

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4 - Artigo
.Data Publicação: 06/01/2017
.Título: (Des)acordo de Paris: os velhos “novos rumos” das negociações do Clima?
.Autor: Silene Maria de Freitas, Priscilla Rocha Silva Fagundes, Maximiliano Miura
.Resumo:
Em dezembro de 2015, os países signatários da Convenção sobre Mudanças Climáticas reuniram-se em Paris (COP 21) para elaborar um novo tratado internacional, em substituição ao Protocolo de Kyoto1, visando frear o aquecimento global em até 1,5oC. O Acordo de Paris, como ficou conhecido o novo pacto sobre o clima com fins de mitigar as emissões de gases de efeito estufa (GEE), começará a vigorar em 2020 e conta com os esforços de todos os signatários da Convenção em prol

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5 - Artigo
.Data Publicação: 01/03/2016
.Título: Mercados Florestais em São Paulo: retrospectiva 2015
.Autor: Eduardo Pires Castanho Filho, Adriana Damiani Correia Campos , José Alberto Angelo, Silene Maria de Freitas
.Resumo:
Em uma visão sintética, o mercado de florestas em São Paulo fechou o segundo semestre de 2015 com as cotações inferiores às do ano anterior, refletindo setorialmente o quadro de desaquecimento em que se encontrou a economia brasileira. As perdas de valor real dos produtos madeireiros continuaram a se agravar e tornaram a atividade pouco rentável nas regiões de custo maior ou produtividade menor.  COTAÇÕES As cotações dos produtos florestais continuaram nos mesmos pat

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6 - Artigo
.Data Publicação: 09/12/2015
.Título: COP 21: um ensaio sobre a cegueira?
.Autor: Silene Maria de Freitas
.Resumo:
  O homem chega e já desfaz a natureza Tira gente, põe represa, diz que tudo vai mudar (...). E passo a passo vai-se cumprindo a profecia do beato que dizia que o sertão ia alagar O sertão vai virar mar... Dá no coração O medo que algum dia o mar também vire sertão1            Em novembro de 2015, a seca que atingiu a região Nordeste castigou a usina de Sobradinho, cujo volume de armazenamento de água chegou a

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7 - Artigo
.Data Publicação: 06/11/2015
.Título: Nitrogênio: um dilema entre produzir e poluir?
.Autor: Silene Maria de Freitas
.Resumo:
As atividades econômicas são processos produtivos que se desenvolvem por meio de fluxos de matéria e energia, nos quais esta e os recursos naturais entram como matérias-primas para gerar um ou mais produtos, liberando rejeitos e energia. Os processos de produção são considerados como sistemas abertos, mas eles ocorrem em um sistema fechado: o planeta Terra. Portanto, independentemente da atividade produtiva, quando ela libera rejeitos (ou poluentes), estes ficam retidos na atmosfer

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8 - Artigo
.Data Publicação: 22/10/2015
.Título: O Agronegócio Florestal em Setembro de 2015
.Autor: Eduardo Pires Castanho Filho, Silene Maria de Freitas, Adriana Damiani Correia Campos
.Resumo:
1 - IntroduçãoA área cultivada nas Unidades de Produção Agropecuárias (UPAs) do Estado de São Paulo é de cerca de 21,5 milhões de hectares, sendo 1,0 milhão de hectares com eucalipto, 144 mil com pinus e 90 mil com seringueira1. Mas há, também, cerca de 4 milhões de hectares de florestas nativas, o que complementa a real dimensão do universo florestal paulista.Além dos serviços sistêmicos e dos subprodutos fornecidos pelas florestas, a madeira “em pé” pode ser a

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9 - Artigo
.Data Publicação: 14/09/2015
.Título: O Agronegócio Florestal Paulista em Agosto de 2015
.Autor: Eduardo Pires Castanho Filho, Adriana Damiani Correia Campos , Silene Maria de Freitas, José Alberto Angelo
.Resumo:
1 – INTRODUÇÃO Em 2012, o Brasil tinha 6,6 milhões de hectares de florestas plantadas, com destaque para Minas Gerais e São Paulo, com respectivamente 1,49 e 1,18 milhão de hectares. Enquanto nesses estados predominam os cultivos de eucalipto, no Sul do Brasil prevalece o plantio de pínus (Figura 1).   A área cultivada nas Unidades de Produção Agropecuárias (UPAs) do Estado de São Pau

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10 - Artigo
.Data Publicação: 23/07/2015
.Título: Plano de Safra da Agricultura Familiar 2015/16: aperfeiçoamento das diretrizes para uma agricultura familiar sustentável
.Autor: Terezinha Joyce Fernandes Franca, Silene Maria de Freitas, Samira Aoun
.Resumo:
O Plano Safra da Agricultura Familiar significa mais do que alimento na mesa dos brasileiros. Representa a agroecologia, a diversificação no plantio, o desenvolvimento territorial, a cultura preservada, a qualidade de vida, os mananciais resguardados, a geração de energia, a redução da pobreza, o desenvolvimento interiorizado, o crescimento econômico com sustentabilidade. Representa a convivência solidária entre o campo e a cidade1. O Plano de Safra 2015/16 concederá recursos

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