Pesquisa de trabalho por autores

A busca resultou em 104 resultados. Exibindo de 70 a 79.
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70 - Artigo
.Data Publicação: 30/05/2005
.Título: População Trabalhadora dos Viveiros de Citros no Estado de São Paulo e Triângulo Mineiro, Estado de Minas Gerais
.Autor: Celma Da Silva Lago Baptistella
.Resumo:
Resumo:             O objetivo deste estudo é apresentar o perfil sócio-econômico da população trabalhadora nos viveiros de citros (enxertadores e trabalhadores comuns) nos diversos aspectos de suas vidas como: idade, sexo, moradia, composição familiar, escolaridade, etc. Para atingir esses objetivos foi realizado levantamento de campo em dezembro de 2001 e janeiro de 2002. Foram consideradas duas grandes regiões no

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71 - Artigo
.Data Publicação: 19/05/2005
.Título: A cultura do figo em São Paulo
.Autor: Vera Lucia Ferraz dos Santos Francisco, Celma Da Silva Lago Baptistella, Priscilla Rocha Silva Fagundes
.Resumo:
            O figo está entre as vinte principais frutas exportadas pelo Brasil e vem mantendo a terceira posição no ranking de volume comercializado, entre as frutas de clima temperado, com 0,9 mil toneladas. Fica atrás apenas da maçã com 153,0 mil toneladas e da uva com 28,8 mil toneladas, atingindo o patamar de US$ FOB 2,109 milhões1 em 2004. Os maiores importadores do figo brasileiro são Alemanha, França, Países Bai

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72 - Artigo
.Data Publicação: 29/04/2005
.Título: População trabalhadora no rural paulista em 2004
.Autor: Celma Da Silva Lago Baptistella, Maria Carlota Meloni Vicente, Vera Lucia Ferraz dos Santos Francisco, Carlos Eduardo Fredo, Malimiria Norico Otani
.Resumo:
            A população trabalhadora nas atividades agrícolas no Estado de São Paulo, em novembro de 2004, foi estimada em 1,058 milhão de pessoas1. A ocupação caiu 4,3% em relação a de novembro de 2003 (1,106 milhão de pessoas), mas foi 0,8% superior à estimativa de junho de 2004 (1,050 milhão de pessoas).             Neste levantamento, a participação da mão-de-obr

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73 - Artigo
.Data Publicação: 28/04/2005
.Título: Evolução dos viveiros de citros no Brasil
.Autor: Celma Da Silva Lago Baptistella
.Resumo:
Resumo:            O artigo aborda a evolução tecnológica da produção de mudas de citros no Brasil, desde o século XVI. Dos primeiros viveiros instalados pelos jesuítas até o surgimento do viveiro comercial no início do século XX, a evolução foi gradual. Com a implantação das primeiras fábricas de suco na década de sessenta, houve um grande impulso na produção de mudas e, consequentemente, a necessidade de gerar con

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74 - Artigo
.Data Publicação: 16/03/2005
.Título: A cultura da goiaba em São Paulo
.Autor: Vera Lucia Ferraz dos Santos Francisco, Celma Da Silva Lago Baptistella, Antonio Ambrósio Amaro
.Resumo:
            O Brasil, em 2004, foi o terceiro produtor mundial de frutas, com 38 milhões de toneladas, atrás apenas de China e Índia. No mesmo ano, as exportações brasileiras de frutas frescas movimentaram cerca de US$ 370 milhões, com aumento de 10% em relação ao ano anterior. Os principais destinos do produto brasileiro são os países europeus, as Américas do Norte e do Sul e o Oriente Médio, além de perspectivas de

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75 - Artigo
.Data Publicação: 10/01/2005
.Título: O trabalho feminino no rural paulista
.Autor: Celma Da Silva Lago Baptistella, Vera Lucia Ferraz dos Santos Francisco
.Resumo:
            As mulheres sempre trabalharam de forma intensa nas atividades agropecuárias. Pesquisas1 sobre o grau de integração da mão-de-obra na produção evidenciaram ser a agricultura de subsistência a que absorve maior força de trabalho feminino. Nas pequenas explorações, as mulheres têm participação efetiva e não remunerada.             Neste caso, em que está

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76 - Artigo
.Data Publicação: 07/01/2005
.Título: Mercado de trabalho: ocupação do menor no rural paulista
.Autor: Celma Da Silva Lago Baptistella, Vera Lucia Ferraz dos Santos Francisco
.Resumo:
            A utilização da força de trabalho do menor (homens e mulheres com menos de 15 anos) nas unidades de produção agropecuária (UPA) no Estado de São Paulo correspondeu, aproximadamente, a 5% do total de residentes ocupados e de 3% a 4% do total dos não-residentes, no período de 2000 a 20031. A participação do menor nas categorias de trabalho proprietário, arrendatário e parceiro (residente e não-residente) foi bastant

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77 - Artigo
.Data Publicação: 24/11/2004
.Título: Emprego rural: tendência de crescimento de assalariados em 2004
.Autor: Celma Da Silva Lago Baptistella, Maria Carlota Meloni Vicente, Vera Lucia Ferraz dos Santos Francisco
.Resumo:
            A população trabalhadora nas atividades agrícolas em junho de 2004 no Estado de São Paulo foi estimada em 1,050 milhão de pessoas1. As categorias residentes nas unidades de produção agropecuária (UPAs), com maior representatividade na ocupação, foram os proprietários e seus familiares com 227.332 pessoas e os assalariados com 193.845 pessoas. As outras categorias tiveram pequena participação: arrendatários,

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78 - Artigo
.Data Publicação: 30/09/2004
.Título: A cultura da seringueira no Estado de São Paulo
.Autor: Vera Lucia Ferraz dos Santos Francisco, Carlos Roberto Ferreira Bueno, Celma Da Silva Lago Baptistella
.Resumo:
Resumo:            Este trabalho teve por objetivo abordar a atividade heveícola por meio de análises referentes à área cultivada, à produção, a aspectos socioeconômicos e ao mercado da borracha. Os dados sistematizados foram provenientes do Levantamento de Unidades de Produção Agropecuária, realizado pela Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, que abrangeu o período 1998-2003, e da Associação Paulista de Produtores e

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79 - Artigo
.Data Publicação: 05/05/2004
.Título: Ocupação de mão-de-obra no rural paulista decresce 10% em 2003
.Autor: Maria Carlota Meloni Vicente, Vera Lucia Ferraz dos Santos Francisco, Celma Da Silva Lago Baptistella
.Resumo:
            Em 2003, foram ocupadas 1,194 milhão de pessoas no rural paulista (média dos levantamentos de junho e novembro), englobando atividades agrícolas (88,1%) e não-agrícolas (11,9%)1. Esse total foi 10% inferior ao ocupado em 2002 (1,331 milhão). Enquanto a ocupação agrícola decresceu 10,3%, nas atividades não-agrícolas o decréscimo foi de 5,5% (tabela 1).2            

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