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Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro no Primeiro Semestre de 2010

            No primeiro semestre de 2010, as exportações do Estado de São Paulo1 somaram US$23,27 bilhões (26,1% do total nacional), e as importações2, US$31,10 bilhões (38,2% do total nacional), registrando déficit de US$7,83 bilhões. Em relação ao primeiro semestre do ano de 2009, o valor das exportações paulistas cresceu 20,4% e o das importações, 36,9%, aumentando em 131,7% o déficit comercial (Figura 1). O aumento nas exportações paulistas (+20,4%), comparando-se os primeiros seis meses de 2010 e 2009, ficou abaixo do crescimento médio brasileiro (+27,5%). Nas importações também ocorreu menor acréscimo em São Paulo (+36,9%) do que no Brasil (+45,1%) revelando maior rigidez das aquisições externas paulistas. Assim, na conjunção das performances das exportações e importações, o déficit da balança comercial paulista teve aumento expressivo (+131,7%), enquanto o superávit da brasileira apresentou redução acentuada (-43,4%).

Figura 1 - Balança Comercial, Estado de São Paulo, primeiro Semestre, 2009 e 2010.
 
 
 
 

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.




            Os agronegócios paulistas apresentaram exportações crescentes (+23,8%), atingindo US$8,69 bilhões, enquanto as importações cresceram 33,1%, somando US$3,58 bilhões, com saldo de US$5,11 bilhões, 18,0% superior que o do primeiro semestre do ano de 2009 (Figura 2). Em função disso, há que se destacar que as importações paulistas nos demais setores - exclusive os agronegócios - somaram US$27,52 bilhões para exportações de US$14,58 bilhões, gerando um déficit externo desse agregado, de US$12,94 bilhões no primeiro semestre de 2010. Assim, conclui-se que o comércio exterior paulista seria bem mais deficitário não fosse o desempenho dos agronegócios
estaduais.

Figura 2 - Balança Comercial dos Agronegócios, Estado de São Paulo, Primeiro Semestre, de 2009 e 2010.
 
 

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Detalhando a balança comercial dos agronegócios paulistas, verifica-se que as cadeias de produção apresentaram saldos comerciais crescentes quando se compara o primeiro semestre de 2009 (US$ 4,83 bilhões) com o ano de 2010 (US$ 5,69 bilhões). Esses indicadores são menores quando se considera toda amplitude das transações setoriais, cujo saldo cresce de US$ 4,33 bilhões nos primeiros seis meses de 2009 para US$ 5,11 bilhões em igual período de 2010. Esse resultado deriva da continuidade do déficit na balança comercial de bens de capital e insumos, de US$ 0,50 bilhão em 2009 e de US$ 0,58 bilhão em 2010 (Tabela 1). Os bens de capital e insumos são fundamentais para a modernidade da produção nacional, notadamente os fertilizantes nos quais têm elevada dependência externa. Entretanto, na maioria das vezes não são considerados nas análises do comércio exterior setorial, levando a saldos superestimados.
 

Tabela 1. - Estado de São Paulo - Detalhamento da Balança Comercial dos Agronegócios, Primeiro Semestre de 2009 e 2010
( US$ bilhão)
Cadeias de Produção  
Bens de Capital e Insumos
Agronegócios
Ano
Exp.
Imp.
Saldo
Exp.
Imp. 
Saldo
Exp.
Imp. 
Saldo
2009
6,71
1,88
4,83
 
0,31
0,81
-0,50
 
7,02
2,69
4,33
2010
8,28
2,59
5,69
 
0,41
0,99
-0,58
 
8,69
3,58
5,11
Fonte: IEA/APTA/SAA-SP, a partir dos dados básicos da SECEX/MDIC

            A participação das exportações dos agronegócios paulistas no total do Estado aumentou em 1,0 ponto percentual, enquanto a participação das importações reduziu-se em 0,3 ponto percentual, na comparação dos primeiros semestres de 2009 e 2010 (Figura 3).

Figura 3 - Participação dos Agronegócios na Balança Comercial, Estado de São Paulo, Primeiro Semestre de 2009 e 2010.
 

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

        A balança comercial brasileira registrou superávit de US$7,88 bilhões no primeiro semestre de 2010, com exportações de US$89,19 bilhões e importações de US$81,31 bilhões. Esse superávit que se mostra 43,4% menor que dos primeiros seis meses de 2009, ocorreu em função do aumento nas exportações (+27,5%) inferior ao das importações (+45,1%) (Figura 4).

Figura 4 - Balança Comercial, Brasil, Primeiro Semestre de 2009 e 2010.
 
 
 
 

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            No primeiro semestre de 2010, as exportações dos agronegócios brasileiros cresceram 11,7% em relação a igual período do ano anterior, atingindo US$36,52 bilhões (40,9% do total). Já as importações do setor aumentaram 28,2%, também em comparação com os seis primeiros meses de 2009, somando US$10,18 bilhões (12,5% do total). O superávit dos agronegócios em 2009 foi de US$26,34 bilhões, 6,4% superior ao do primeiro Semestre do ano anterior (Figura 5). Portanto, o desempenho dos agronegócios sustentou a balança comercial brasileira, uma vez que os demais setores, com exportações de US$ 52,67 bilhões e importações de US$ 71,13 bilhões, produziram no período um déficit de US$ 18,46 bilhões.
 
 

Figura 5 - Balança Comercial dos Agronegócios, Brasil, Primeiro Semestre de 2009 e 2010.

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

O detalhamento da balança comercial dos agronegócios brasileiros mostra que os saldos comerciais oriundos das transações externas das cadeias de produção aumentaram de US$ 26,84 bilhões no primeiro semestre de 2009 para US$ 28,71 bilhões em igual período de 2010. Esses valores são maiores que os resultados setoriais – US$ 24,75 bilhões em 2009 e US$ 26,34 bilhões em 2010 - em função do crescimento do déficit da balança comercial de bens de capital e insumos de US$ 2,09 bilhões nos primeiros seis meses de 2009 para US$ 2,37 bilhões em igual período de 2010 (Tabela 2), reflexo da dependência externa dos agronegócios brasileiros - notadamente importações de fertilizantes -, sendo que não considerar essas transações produz estimativas de saldos comerciais setoriais superestimados.
 

Tabela 2. –Brasil - Detalhamento da Balança Comercial dos Agronegócios, Primeiro Semestre de 2009 e 2010
( US$ bilhão)
Cadeias de Produção  
Bens de Capital e Insumos
Agronegócios
Ano
Exp.
Imp.
Saldo
Exp.
Imp. 
Saldo
Exp.
Imp. 
Saldo
2009
31,84
5,00
26,84
 
0,85
2,94
-2,09
 
32,69
7,94
24,75
2010
35,46
6,75
28,71
 
1,06
3,43
-2,37
 
36,52
10,18
26,34
Fonte: IEA/APTA/SAA-SP, a partir dos dados básicos da SECEX/MDIC

As participações dos agronegócios nos totais do País recuaram 5,8 pontos percentuais nas exportações e 1,7 ponto percentual nas importações (Figura 6).
 

Figura 6 - Participação dos Agronegócios na Balança Comercial, Brasil, Primeiro Semestre de 2009 e 2010

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            A participação paulista no total da balança comercial brasileira caiu em termos das exportações (-1,5 ponto percentual) e também no tocante às importações (-2,3 pontos percentuais) (Figura 7).
 


Figura 7 - Participação da Balança Comercial Paulista no Total do Brasil, Primeiro Semestre de 2009 e 2010.

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Em relação aos agronegócios brasileiros, as exportações setoriais de São Paulo no primeiro semestre de 2010 representaram 23,8%, ou seja, mais 2,3% que em igual período de 2009, enquanto as importações representaram 35,2%, sendo 1,3 ponto percentual superior à representatividade verificada no mesmo período do ano anterior (Figura 8).

Figura 8 - Participação do Agronegócio Paulista no Brasileiro, Balança Comercial, Janeiro a junho de 2007 e 2009.

Fonte: Elaborada pelo IEA/APTA a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Os cinco principais agregados de cadeias de produção nas exportações dos agronegócios paulistas no primeiro semestre de 2010, foram: cana e sacarídeas (US$3,47 bilhões), bovídeos – bovinos (US$1,34 bilhão, produtos florestais (US$997,81 milhões), frutas (US$ 803,69 milhões) e cereais/leguminosas/oleaginosas (US$489,59 milhões). Esses cinco agregados representam 80,91% das vendas externas setoriais paulistas (Tabela 3).
 

TABELA 3. Exportações dos Agronegócios, por Grupo de Mercadorias, São Paulo, Primeiro Semestre de 2009 e 2010.
Grupos
2.009
2.010-
US$ milhão
%
US$ milhão
%
Var %
Têxteis
99,72
1,42
141,20
1,63
41,60
Bovídeos – bovinos 
1.035,83
14,76
1.336,04
15,38
28,98
Pescado
5,80
0,08
3,26
0,04
-43,85
Café e estimulantes
297,87
4,25
374,25
4,31
25,64
Cana e sacarídeas
2.476,60
35,30
3.472,11
39,96
40,20
Frutas
876,68
12,50
803,69
9,25
-8,33
Olerícolas
7,47
0,11
9,14
0,11
22,32
Flores e ornamentais
14,06
0,20
11,51
0,13
-18,11
Cereais/leguminosas/oleaginosas
503,08
7,17
489,59
5,63
-2,68
Produtos florestais
801,25
11,42
997,81
11,48
24,53
Suínos e aves
207,93
2,96
216,97
2,50
4,35
Fumo
0,39
0,01
1,15
0,01
192,37
Agronegócios especiais
385,42
5,49
420,66
4,84
9,14
Bens de capital e insumos
303,59
4,33
411,38
4,73
35,50
Agronegócios
7.015,68
100,00
8.688,75
100,00
23,85
Fonte: Elaborada pelo Instituto de Economia Agrícola, a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Tiveram crescimento na comparação do primeiro semestre de 2010 com 2009, as exportações paulistas de fumo (192,37%), têxteis (41,6%), cana e sacarídeas (40,20%), bens de capital e insumos (35,50%), bovídeos – bovinos (28,98%), café e estimulantes (25,64%), produtos florestais (24,53%), olerícolas (22,32%), agronegócios especiais (9,14%) e suínos e aves (4,35%). Houve redução nas demais, com destaque para pescado (-43,85%), flores e ornamentais (-18,11%), frutas (-8,33%) e cereais/leguminosas/ oleaginosas (-2,68%) (Tabela 3).

            Em âmbito nacional, os cinco principais agregados de cadeias de produção nas exportações dos agronegócios foram: cereais/leguminosas/oleaginosas (US$ 10,49bilhões); cana e sacarídeas (US$5,22 bilhões), produtos florestais (US$ 4,66 bilhões), bovídeos - bovinos (US$ 4,35 bilhões) e suínos e aves (US$ 3,82 bilhões). Essas cadeias totalizam 78,2% das vendas externas dos agronegócios brasileiros (Tabela 4).
 

TABELA 4. Exportações dos Agronegócios, por Grupo de Mercadorias, Brasil, Primeiro Semestre de 2009 e 2010.
Grupos
2.009
2.010
US$ milhão
%
US$ milhão
%
Var %
Têxteis
677
2,07
647
1,77
-4,52
Bovídeos – bovinos 
3.403
10,41
4.349
11,91
27,81
Pescado
81
0,25
79
0,22
-3,05
Café e estimulantes
2.177
6,66
2.504
6,86
14,98
Cana e sacarídeas
3.773
11,54
5.221
14,29
38,37
Frutas
1.241
3,80
1.210
3,31
-2,51
Olerícolas
61
0,19
70
0,19
14,39
Flores e ornamentais
18
0,06
17
0,05
-9,25
Cereais/leguminosas/oleaginosas
11.258
34,44
10.492
28,73
-6,80
Produtos florestais
3.466
10,60
4.662
12,76
34,48
Suínos e aves
3.281
10,04
3.822
10,47
16,50
Fumo
1.379
4,22
1.170
3,20
-15,14
Agronegócios especiais
1.023
3,13
1.219
3,34
19,20
Bens de capital e insumos
849
2,60
1.061
2,90
24,97
Agronegócios
32.687
100,00
36.521
100,00
11,73
Fonte: Elaborada pelo Instituto de Economia Agrícola, a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Tiveram crescimento as exportações brasileiras de cana e sacarídeas (38,37%), produtos florestais (34,48%), bovídeos – bovinos (27,81%), bens de capital e insumos (24,97%), agronegócios especiais (19,20%), suínos e aves (16,50%), café e estimulantes (14,98%), olerícolas (14,39%). Nos demais grupos ocorreu diminuição: fumo (-15,14%), flores e ornamentais (-9,25%), cereais/leguminosas/ oleaginosas (-6,80%), têxteis (-4,52%), pescado (-3,05%) e frutas (-2,51%) (Tabela 4).

            Nas exportações dos agronegócios paulistas, quando se compara os resultados para os primeiro Semestre de 2009 e 2010, os produtos semi-manufaturados apresentaram maior aumento (+59,56%), seguido dos produtos básicos (+18,72%) e dos manufaturados (+9,11%). Os produtos manufaturados apresentam a maior participação nas vendas externas (47,43%) totalizando US$ 4,12 bilhões no primeiro semestre de 2010 (Tabela 5).
 
 
 

TABELA 5. Exportações dos Agronegócios por Fator Agregado, São Paulo, Primeiro Semestre de 2009 e 2010.
2.009
2.010
Produtos
US$ bilhão
%
US$ bilhão
%
Var %
Básicos
1,47
20,95
1,75
20,08
18,72
Semi-manufaturados
1,77
25,22
2,82
32,49
59,56
Manufaturados
3,78
53,83
4,12
47,43
9,11
AGRONEGÓCIOS
7,02
100,00
8,69
100,00
23,85

Fonte: Elaborada pelo Instituto de Economia Agrícola, a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

No caso dos agronegócios brasileiros, ainda que com menor perfil de agregação de valor em relação a São Paulo, o maior aumento também foi dos semi-manufaturados (+49,69%, seguidos dos dos manufaturados (+8,92%) e dos produtos básicos (+2,71%). Os produtos básicos totalizando US$ 19,91 bilhões no primeiro semestre de 2010, mostram a maior participação nas vendas externas setoriais (54,51%)(Tabela 6).
 

TABELA 6. Exportações dos Agronegócios por Fator Agregado, Brasil, Primeiro Semestre de 2009 e 2010.
2.009
2.010
Produtos
US$ bilhão
%
US$ bilhão
%
Var %
Básicos
19,38
59,29
19,91
54,51
2,71
Semi-manufaturados
5,20
15,91
7,79
21,32
49,69
Manufaturados
8,10
24,79
8,83
24,17
8,92
AGRONEGÓCIOS
32,69
100,00
36,52
100,00
11,73

Fonte: Elaborada pelo Instituto de Economia Agrícola, a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Esses indicadores mostram as diferenças estruturais dos agronegócios paulistas no contexto nacional, uma vez que 54,51% do valor das exportações brasileiras dos agronegócios nos primeiros seis meses do ano de 2009 corresponderam, em nível nacional, a produtos básicos. Em São Paulo, os produtos básicos representam apenas 20,08% e a participação de produtos industrializados dos agronegócios se mostra muito maior (79,92%), evidenciando índices superiores de agregação de valor (Tabelas 5 e 6).

            A quantidade exportada de produtos dos agronegócios brasileiros reduziu-se em 2,1% no primeiro semestre de 2010, quando comparada com ao mesmo período de 2009, enquanto a quantidade exportada pelo Estado de São Paulo teve queda de 0,6%. Os preços dos produtos exportados pelos agronegócios cresceram 4,2% em nível nacional e 24,6% no âmbito de São Paulo (Tabela 7).
 

TABELA 7. Variações Percentuais dos Índices de Quantidade e de Preço das Exportações de Produtos dos Agronegócios, Brasil e Estado de São Paulo, Primeiro Semestre de 2010 em relação a igual período de 2009(1).
Setor
Brasil
São Paulo
Quantidade
Preço
Quantidade
Preço
Agronegócios
-2,1
4,2
-0,6
24,6
Agronegócios exc. Bens de capital/insumos
-2,6
14,4
-1,7
25,5
(1) Variações em relação a igual período do ano anterior, baseadas em índices calculados pela fórmula de Fisher.

Fonte: Elaborada pelo Instituto de Economia Agrícola, a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

            Entre as categorias de uso, observa-se que matérias-primas e produtos intermediários foi o grupo predominante no primeiro semestre de 2010, representando 64,51% do valor total de exportações nacionais de mercadorias dos agronegócios. No caso do Estado de São Paulo, esse grupo tem participação, que embora menor (57,00% do valor total), se mostra superior ao de bens de consumo (39,48%) (Tabela 8).
 

TABELA 8. Exportações dos Agronegócios por Categoria de Uso, Brasil e Estado de São Paulo, Primeiro Semestre de 2010.
Categorias de Uso
Brasil
São Paulo
  SP/BR
US$ mil
%
US$ mil
%
%
Bens de capital
823.359
2,25
305.850
3,52
37,15
Bens de consumo 
12.139.136
33,24
3.430.501
39,48
28,26
Matérias-primas e produtos intermediários
23.558.176
64,51
 
4.952.394
57,00
 
21,02
Agronegócios
36.520.671
100
 
8.688.745
100
 
23,79

Fonte: Elaborada pelo Instituto de Economia Agrícola, a partir de dados básicos da SECEX/MDIC.

NOTAS

1Estado produtor (Unidade da Federação exportadora), para efeito de divulgação estatística de exportação, é a Unidade da Federação onde foram cultivados os produtos agrícolas, extraídos os minerais ou fabricados os bens manufaturados, total ou parcialmente. Neste último caso, o estado produtor é aquele no qual foi completada a última fase do processo de fabricação para que o produto adote sua forma final.

2Estado importador (Unidade da Federação importadora) é definido como a Unidade da Federação do domicílio fiscal do importador.

Palavras-chave: agronegócio, balança comercial, exportações, importações.

 

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Data de Publicação: 14/07/2010
Autor(es): José Sidnei Gonçalves (sydy@iea.sp.gov.br) Consulte outros textos deste autor
José Roberto Vicente (jrvicente@iea.sp.gov.br) Consulte outros textos deste autor